Ferramenta traz facilidades para donos e gestores de estabelecimentos alavancarem suas vendas, ampliarem a eficiência e retorno sobre os investimentos em marketing e promoções
Maior empresa do setor de meios de pagamentos móveis de Israel, a start-up MyCheck anuncia o início de suas operações no Brasil. O país será o primeiro da América Latina onde a solução de pagamento móvel para restaurantes, lanchonetes, bares e casas noturnas será oferecida, depois de bem-sucedida expansão de Israel para Estados Unidos e Inglaterra.
A decisão de iniciar as atividades deriva da percepção de que o país vive momento intenso de transição em relação às soluções de pagamento. Segundo estudo da consultoria Gartner, a tendência é de crescimento do uso de aplicativos e sistemas de pagamento móveis em todo o globo. Dados da consultoria apontam que, de 2012 a 2017, o volume global de transações móveis crescerá 35% e o mercado atingirá US$ 721 bilhões com mais de 420 milhões de usuários.
O MyCheck é um aplicativo de pagamento móvel que permite às pessoas pagar sua conta pelo celular e não ter que esperar, por exemplo, o garçom trazer a máquina para passar o cartão. Com isso, ele amplia a velocidade e o tempo de giro de mesas dos restaurantes, algo muito positivo para os gestores, e para o conforto dos consumidores. Para muitos clientes, a demora na hora do pagamento pode arruinar toda uma boa experiência em um restaurante, explica Tomer Gelberg, sócio e Chief Marketing Officer (CMO) da companhia no Brasil.
Integrada ao Sistema de Ponto de Venda (PDV), a plataforma possibilita ao consumidor ver sua conta em tempo real por meio de seu smartphone e garante ao restaurante a possibilidade de entender o perfil e a demanda do cliente. “O aplicativo permite aos gestores e donos de restaurantes acessarem e sistematizarem informações que facilitam ações de marketing e de fidelização”, complementa Sami Maltz Bin, sócio e Chief Operating Officer (COO) da MyCheck no Brasil.
Graças a estas características, o aplicativo conquistou 60 mil usuários na Inglaterra e nos EUA, onde funciona há 15 meses. Já em Israel, onde o MyCheck está em operação há dois anos, a ferramenta é usada atualmente por 10% da população. “Este dado mostra o interesse e o conforto que o consumidor tem em se valer do aplicativo, além de explicitar a atração dos estabelecimentos, que passaram a usá-lo como meio de pagamento”, explica Tomer. “O fato é que o MyCheck ajuda os estabelecimentos a alavancarem suas vendas, ampliarem a eficiência do seu serviço e melhorar o retorno sobre os investimentos em marketing e promoções, que passam a ser mais assertivos”, completa.
De fácil utilização, o sistema dá ao usuário acesso a uma lista de estabelecimentos próximos ao local onde ele está, informação obtida por meio da base GPS. Uma vez feito seu check-in no app, o consumidor passa a ter um código que deve ser fornecido ao atendente ou garçom do estabelecimento. O cliente pode aproveitar sua refeição, sem ter de se preocupar com o processo tradicional de fechamento da conta, que pode ser executado por meio do aplicativo a qualquer momento.
“Oferecer o meio de pagamento MyCheck garante aos estabelecimentos um incentivo para que o consumidor retorne com frequência, já que elimina um ponto de incômodo para os clientes, que é a espera da conta e toda a operação de check-out”, diz Sami.
Sobre a My Check:
Maior empresa do setor de meios de pagamentos móveis de Israel, a MyCheck inicia suas operações no Brasil com foco no mercado de restaurantes, bares, lanchonetes e casas noturnas. A escolha do país reflete o momento de transição em relação às soluções de pagamento oferecidas no mercado. Segundo o Brasil International Data Corporation (IDC), o número de smartphones comercializados no país será de 140 milhões até 2015.
No Brasil, a start-up tem como sócios Tomer Gelberg, graduado em Relações Internacionais com ênfase em Marketing e Negócios pela ESPM e, que já atuou como analista de identidade para marcas como Nespresso, Nescau, Garoto, Deca, Pernambucanas, entre outros, e Sami Maltz Bin, formado em Administração e Finanças pela Universidade de Syracuse, em Nova York, ex-analista de estratégia da Portocred Financeira.
Divulgação: TREE COMUNICAÇÃO