Por Marcos Ripp Cozzella
O Aligot ficou famoso por causa do Alex Atala, mas muito antes dele trazer essa “novidade” para cá, as pessoas já faziam essa pré-dessert (um prato de ligação entre os principais salgados e as sobremesas).
Costumo servir não como uma pré-sobremesa e sim como a própria ou, muitas vezes, como acompanhamento de carnes (fica excelente com um filet com diversos molhos).
O Aligot , na verdade, é um purê de batatas com muito queijo, e tem uma técnica toda especial de prepara-lo, mas deixarei apenas o simples, aquele que qualquer pessoa pode fazer.
Nessa foto, o Aligot, está acompanhado de um coullis de morango em uma espécie de “Romeu e Julieta” modificado.
É uma delícia e dificilmente as pessoas não gostam, ainda mais brasileiros.
Você não precisa acompanhar do coullis, pode ser com muitas outras coisas, até doce de leite mais fluido.
Você começa fazendo um purê fervendo as batatas limpas e escovadas, mas com cascas em água com sal.
Quando amaciarem, retire da panela e extraia as cascas.
Amasse bem, evitando qualquer grumo.
Em uma panela, de preferência de fundo grosso e em fogo médio/baixo, coloque uma colher de manteiga e derreta. Acrescente uma pitada de sal nesse ponto, assim ele espalhará melhor pelo preparo.
Coloque as batatas amassadas e misture bem.
Acrescente queijos. Uso na receita queijo mineiro meia cura e gruyére, meio a meio. O mineiro dará sabor e o gruyére a elasticidade que a receita pede. Mexa sem parar até derreter os queijos.
Retire uma porção com uma colher e com auxílio de outra, vá passando de uma a outra, assim ele vai ficar com a textura correta.
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