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A Beefeater, marca inglesa de gin (não só isso, uma das mais premiadas do mundo!), todo ano apresenta um campeonato de cocktails para descobrir e premiar os bartenders mais criativos e qualificados do globo. Chamado BEEFEATER MIXLDN, em 2017 ele ganha sua 6ª edição cuja final acontece de 05 a 10 de fevereiro em Londres. Entre as novidades, o tema obrigatório de criar um drink inspirado em algum filme icônico inglês e uma premiação inédita: pela primeira vez o vencedor, além de ser “coroado” como campeão mundial, também terá a oportunidade de criar a sua própria edição limitada de garrafas Beefeater, cujo processo será supervisionado pelo próprio Master Distiller (e lenda da indústria), Desmond Payne.
E temos um brasileiro na final!! Matheus Cunha, de 34 anos, foi campeão no Brasil com sua criação inspirada em nada menos do que no filme O Discurso do Rei! Há 16 anos no ramo, ele já venceu concursos no Brasil e América Latina, e o BEEFEATER MIXLDN 6 apresenta a oportunidade de finalmente ganhar o título mundial! Para o desafio, o mixologista conta que foi necessário ver e rever o filme no mínimo 40 vezes até chegar ao resultado final.
Há 16 anos Matheus Cunha ainda não imaginava que um dia trabalharia no ramo da coquetelaria, e mais: que com 34 anos, campeão na modalidade no Brasil e América Latina, estaria prestes a viajar a Londres para mostrar ao mundo o seu talento no disputado campeonato BEEFEATER MIXLDN 6. Após trabalhar em vários endereços em São Paulo e competir em solo nacional e estrangeiro, sendo consagrado em 2014 com o título de melhor bartender do ano pela ABB (Associação Brasileira de Bartenders), agora ele está de olho no título mundial!
Para o desafio BEEFEATER MIXLDN 6 em Londres, que consiste, entre outras etapas, em criar um cocktail inspirado na cinematografia inglesa, Matheus chamou a atenção pela criatividade ao desenvolver o drink baseado na história do Discurso do Rei. A escolha do longa deu-se pela narrativa inspiradora e impactante, e o mixologista conta que foi necessário vê-lo e revê-lo no mínimo 40 vezes até chegar ao resultado final. Resultado que, inclusive, traduz com sensibilidade todos os aspectos do enredo, com toques de gengibre para simbolizar o desenvolvimento na fala do rei, manga verde representando a falta de preparo inicial para lidar com a provação e mix cítrico dando voz às dificuldades e negativas que ele enfrenta ao longo do filme. O grand finale, contudo, é saboroso como o próprio gin.
Ironicamente, Matheus foi parar no ramo por acaso. Através do irmão ele conheceu o gerente de um restaurante que precisava de um ajudante no bar. A princípio, encarou o trabalho como uma oportunidade de se divertir, mas ao longo do tempo descobriu que além do entretenimento, se destacar atrás do balcão exige muito talento, estudo, originalidade e facilidade em comunicação. “Procuro me aprimorar constantemente, e estou sempre buscando inspirações e tendências dentro e fora do Brasil”, ensina o paulista.
Curioso por natureza, Matheus é um inconformista focado em descobrir as explicações por trás de tudo e reinventar o que puder à sua maneira. Isso, na verdade, é um dos segredos para seu sucesso. “Tenho essa característica até hoje na profissão. Estudo as propriedades de um produto antes de utiliza-lo como ingrediente em meus coquetéis”, afirma. Desconstruindo e reconstruindo sabores, texturas e combinações, o competidor, que se define como uma mistura de mixologista e bartender, desenvolve drinks inéditos e criativos, que contam ainda com o diferencial de ingredientes feitos com exclusividade por ele próprio (por exemplo uma compota ou geleia).
Sobre o atual desafio junto à Beefeater, comenta: “Quando lidamos com o gin, que traz muitos botânicos em sua fórmula, sendo ele um destilado branco, precisa-se ter muito cuidado no momento do mix para não esconder o melhor, que é o sabor dele mesmo. Também é necessário ter um propósito no momento de fazer o coquetel, não basta apenas combinar diferentes produtos”. O processo, poucos sabem, é muito semelhante ao da alta gastronomia, e nas mãos de Matheus, pode aproximar-se até da alquimia. Em 2017, após aprimorar seus conhecimentos na arte, ele abre seu próprio bar em SP, chamado The Juniper 44°.
Divulgação: Press Pass
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