ABIH Nacional lança CONOTEL 2011

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ABIH Nacional lança CONOTEL 2011


O Conotel 2011 em sua 53a. edição será realizado no centro de eventos do  Maksoud Hotel, em São Paulo, entre os dias 8 e 10 de novembro, e promete mostrar uma hotelaria unida com as demais entidades representativas do setor para debater questões conjuntas.  A apresentação oficial do evento foi feita  quinta (19) durante coletiva que teve as presenças de Enrico Fermi, da Abih Nacional, Bruno Omori, da Abih-SP, Roberto Rotter, do FOHB – Fórum dos Operadores Hoteleiros do Brasil – , além dos representantes da Resort Brasil, Ricardo Domingues e da Federação Brasileira de Hospedagem, regional SP, Silvio Corelli.
 
A R. Hamam Eventos, organizadora do Conotel apresentou o esboço geral da programação que terá em seu primeiro dia (8), na abertura, a presença de autoridades do governo.  Será feito um insistente trabalho no sentido de ter a presidenta Dilma Roussef, além dos representantes do Ministério do Turismo.  No período da tarde, a sessão plenária tratará de questões de desenvolvimento técnico do setor.
 
No segundo dia, o foco nas estratégias de qualificação, e a grande festa comemorativa do Dia do Hoteleiro (9), que deverá apresentar uma boa surpresa prometida.  O Maksoud deverá ter uma noite resplandecente, como em outros momentos áureos de sua história como hotel cinco estrelas e um marco na hospedagem de São Paulo.
 
O  final (10) será o  Investement day, com Rodada de Negócios, um dos principais depositários nas esperanças de um novo formato, mais ativo e direcionado do Conotel para  o momento atual da hotelaria brasileira.  Segundo Rogério Hamam, cerca de 800 inscritos deverão participar do congresso deste ano que está de volta a São Paulo após três anos de permanência no Rio de Janeiro.
 
Para o presidente da Abih Nacional, o mercado da capital paulista, sua importância como cidade de negócios e  seu  peso econômico foram fatores determinantes para a volta do principal evento da hotelaria brasileira, além da atuação da Abih paulista, sob o comando de Bruno Omori.
 
Dentro da pauta proposta para a coletiva, o panorama hoteleiro de São Paulo e do Brasil, sua importância e projeções, foram itens abordados  no evento em vários pronunciamentos.  O crescimento organizado do setor, um apanhado dos 30 anos desta hotelaria jovem ainda como produto, serão questões pontuais que serão aprofundadas no Conotel.
 
A Copa e a hotelaria também foram analisados: “não vai faltar hospedagem para os 600 mil turistas esperados.  Nossa preocupação também é atender ao mercado interno, estes 50 milhões em inserção”, disse o presidente da entidade, ao asegurar que o guarda-chuva do programa ‘Bem Receber Copa’, coordenado pelo Ministério do Turismo e entregue às entidades está procurando desenvolver uma série de qualificações profissionais.
 
A abertura e sede do Mundial em São Paulo e as dúvidas existentes, foram assunto para o presidente da ABIH paulista, entidade que coordena a Câmara da Copa paulista. Omori explicitou que “a Copa será muito benefócia para a capital e o Estado de São Paulo – não somente para a hotelaria – toda a cadeia produtiva sairá lucrando. No setor de hospedagem, com os 105 mil leitos e 42,5 mil unidades, São Paulo não terá problemas para receber o público estrangeiro e brasileiro que virá”, destacou.  Sobre a questão do estádio em Itaquera, respondeu  que  tem a segurança de áreas do governo estadual de que o mesmo vai sair sim e a abertura do evento será realmente na principal cidade do País. “No aspecto turismo, que é o nosso ponto de infraestrutura, estamos com o processo geral bastante agilizado”.
 
Roberto Rotter tratou de um assunto ainda mais impactante, ao falar sobre financiamentos e linhas de créditos para a hotelaria com o também programa Pró-Copa gerenciado pelo BNDES.  ‘Esta não é uma questão assim tão simples, tanto que dos cerca de 100 projetos apresentados ao Banco de Desenvolvimento, foram liberados menos de cinco.” Embora exista dinheiro para os projetos, as questões de licenciamento e projetos específicos esbarram em uma série de exigências e as próprias condições de mercado, pois hotéis com obras a serem iniciadas por ora, dificilmente  ficarão prontos até o Mundial.
 
O aspecto que mais chamou a atenção, foi, sem dúvida, a questão política, e do atual interesse de todas as entidades em aglutinar forças. “Estamos trabalhando para fortalecer esta união e mostrar o peso do nosso negócio”, afirmou Rotter, indicando que está em elaboração uma Carta única das entidades que será encaminhada ao governo federal demonstrando e comprovando as inquietudes do setor em relação ao papel do turismo na sociedade e na economia. “A hotelaria hoje é falada como assunto importante, temos que demonstrar  pra valer a nossa força”.
 
Segundo Fermi, “o governo tem que entender que não é mais somente o discurso. Temos que ter maior agilidade, são todas estas questões de concessões e tempo urgente. Não podemos levar tanto tempo para determinarmos estratégias, posicionamentos para cortar os gargalos. Já temos problemas hoje que precisam ser devidamente tratados”.
 
Embora confiante e vivendo um bom momento, fato é que a hotelaria – como o todo do turismo – tem uma preocupação evidente com a situação e tratamento político que a atividade está recebendo.  Afinal, são mais de oito milhões de pessoas trabalhando no setor e correlatos. O Conotel 2011 promete tratar também com todo este cenário.


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Marily Miranda –  marily@pressclub.com.br
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