Cultivadas pelos antigos nabateus, vinícolas renascem no deserto do Negev, em Israel

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Vinícolas israelenses estão recuperando áreas de vinícolas cultivadas por uma antiga civilização do Oriente Médio, os nabateus. A fazenda Carmey Avdat, estabelecida em 1998, é uma das noves vinícolas construídas ao longo das antigas rotas de vinho e especiarias no planalto do Negev. A maior relíquia da civilização dos nabateus, que aprendeu a conviver com a escassez de água, são as ruínas de Petra, na Jordânia.


“Durante nossas viagens através do Negev, deparamo-nos com o leito de um rio oculto com restos de um antigo vinhedo. Era um vinhedo da época dos nabateus, mais de 2 mil anos trás. Então, estabelecemos a Carmey Avdat lá”, conta Eyal Izrael. “Nos tempos dessa civilização antiga, havia fazendas de cultivo de uvas para a indústria do vinho na cidade de Avdat, e lá foram encontrados restos de uma adega e de uma cave”, completa.


Hoje, essas vinícolas – algumas localizadas em kibutzim – produzem vinhos com uvas da região – Syrah, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot, entre outras – colhidas à mão. Os vinhos produzidos são exportados até para os Estados Unidos. Em algumas dessas fazendas, os agrônomos estão tentando usar a água salgada na produção de vinho.


Divulgação: Ex-Libris Comunicação Integrada
Cristina Freitas – cristina@libris.com.br
Raphaela Gentil – raphaela@libris.com.br