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Resultado de uma mistura das variedades italianas Ribolla-Gialla (80%) e Fiano (20%), sendo que metade do Ribolla-Gialla estagiou por 38 dias em barricas de carvalho francês, de primeiro uso, Seguin-Moreau.
No Brasil, um país de experimentações, é possível a realização de um corte, sui generis, como esse, já que na bota italiana seria impensável por que a Ribolla-Gialla é de sangue nortista, enquanto que a Fiano tem seu DNA localizado no sul do país.
Essas castas foram cultivadas em Bom Retiro (SC), numa altitude de 900msnm, seguindo as práticas biodinâmicas.
Após a colheita os cachos foram enviados para Videira (SC), onde o processo de vinificação, também desenvolvido sob as leis da biodinâmica, foi realizado em conjunto com a Vinícola Santa Augusta (VSA).
O Quíron 2017 é primeiro vinho branco brasileiro biodinâmico e devido às quantidades muito pequenas disponíveis tanto da Ribolla-Gialla quanto da Fiano a produção resultou num volume muito baixo de produção, comparado aos padrões da indústria vinícola.