Com apenas cinco ingredientes é possível levar à mesa um pouco mais da cultura do Brasil
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A cocada é um dos doces mais tradicionais e conhecidos tanto pelos brasileiros, quanto turistas que visitam o país. Apesar de sua real origem não ser conhecida, o doce já pode ser considerado um patrimônio nacional. Antigamente, a cocada era feita apenas por donas de casa, para consumo da família, no entanto, a produção do doce passou por várias transformações e hoje já existem produções industriais comercializadas em mercados e lojas.
Há vários tipos de cocada, mas a branca de colher, que leva coco, açúcar, cravo, canela e água, ainda é uma das receitas que resgatam melhor a cultura alimentar do Brasil, apesar dos ingredientes serem originários de outras partes do mundo. “O coco e especiarias, como o cravo e a canela, são procedentes da Índia”, explica o antropólogo Raul Lody.
Veja abaixo como é prático preparar a receita.
Ingredientes:
3 cocos secos (médios) ralados;
400g de açúcar cristal;
4 cravos;
2 pedaços grandes de canela em pau;
200ml de água
Modo de fazer:
Faça uma calda rala com 200ml de água, o cravo, a canela e o açúcar;
Deixe a calda ferver, sem mexer;
Quando a calda começar a engrossar, acrescentar o coco ralado; mexa sempre até que calda chegue ao ponto de caramelo (mole);
Deixe esfriar um pouco e coloque em um recipiente (tigela);
Esta cocada é para se comer de colher, por isso é também conhecida como “cocada de colher”.
Sobre a campanha Doce Equilíbrio:
A Campanha Doce Equilíbrio, é uma iniciativa da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) e tem como objetivo promover a informação sobre o equilíbrio na alimentação e estilo de vida. Equalizando o debate sobre o açúcar como componente que pode e deve fazer parte de uma vida saudável, a campanha visa o bem-estar da sociedade. Nas plataformas de blog (http://www.campanhadoceequilibrio.com.br/), Facebook (www.facebook.com/campanhadoceequilibrio) e Instagram (http://instagram.com/campanhadoceequilibrio), o público pode acompanhar e participar interativamente dos conteúdos relacionados ao universo do açúcar. O projeto conta ainda com o apoio da Associação das Indústrias Sucroenergéticas de Minas Gerais (SIAMIG), do Sindicato da Indústria de Fabricação de Etanol do Estado de Goiás (SIFAEG), e do Sindicato da Indústria de Fabricação do Álcool do Estado da Paraíba (SINDALCOOL).