Domno do Brasil exporta para Angola

fiogf49gjkf0d

Vinícola gaúcha embarca seu premiado Nero Moscatel


Conhecida por importar vinhos de renome internacional, a Domno do Brasil começa a investir no mercado externo. Recentemente, a empresa embarcou premiado espumante .Nero Moscatel para a África. “Estamos buscando um novo mercado e vimos no continente africano uma grande oportunidade de negócios”, esclarece o diretor administrativo da Domno, Jones Valduga. A empresa localizada na Serra Gaúcha, na cidade de Garibaldi, já exportou seus produtos para a Austrália e Inglaterra.
 
 A entrada no mercado de Angola acontece em parceria com o grupo português Enoport, do qual a Domno traz para o Brasil rótulos premiados como o Catedral e o Magna Carta. “Queremos trabalhar com os nossos parceiros e a Enoport é um deles. Eles têm a distribuição nesse mercado e, nós, o produto. Então criamos uma parceria de crescimento e de fortalecimento”, explica o executivo.
 
Mercado em alta
O mercado angolano representa mais de 40% dos vinhos exportados por Portugal – o equivalente a 78 milhões de euros anuais –, e o grupo Enoport é um dos principais responsáveis por esse dado. Além de apreciar rótulos portugueses, os angolanos têm demonstrado cada vez mais interesse em vinhos de qualidade de diferentes países. A prova disso é que durante a primeira edição do Angola Wine Festival, realizado de 24 a 26 de outubro, estiveram presentes mais de 100 expositores internacionais, que propuseram mais de 300 marcas de vinhos em prova. E é diante deste cenário que a Domno entra no país com o seu .Nero Moscatel.
 
O jovem espumante já tem um extenso currículo de premiações. Um grande destaque desse ano foi a premiação consecutiva da Medalha de Ouro Duplo, a mais alta distinção concedida no 32º San Francisco Internacional Wine Competition. A concorridíssima competição coloca o rótulo entre os melhores espumantes das Américas.


Divulgação: Cdn Comunicação