Em busca da capacitação

Em busca da capacitação


Para crescer com solidez, mercado food service precisa investir no desenvolvimento dos profissionais que atuam no setor


Durante anos, o conceito de formação de pessoal para o trabalho em restaurantes, bares, hotéis, pousadas e demais estabelecimentos sequer existiu no Brasil. Estes estabelecimentos eram vistos como um tipo de negócio onde a mão-de-obra treinada e especializada era algo desnecessário. Eram também a porta de entrada para trabalhadores de baixa ou nenhuma qualificação, junto com a construção civil. Hoje, essa realidade mudou bastante, junto com a idéia de que alguns setores simplesmente não precisem de trabalhadores especializados (pensamento típico de economias subdesenvolvidas e de sociedades que dão baixo valor à educação).

A verdade é que quanto maior o crescimento do número de refeições feitas fora de casa no Brasil, maior a dificuldade das empresas em encontrar profissionais qualificados. Para Jean Pontara, sócio-diretor da JPontara, empresa especializada no mercado food service, encontrar profissionais por meio de contratações regulares, acaba não resolvendo o problemas dessas empresas. “Existem poucas pessoas realmente qualificadas para a área. Assim o recrutamento se torna ainda mais complexo. Esse é um dos trabalhamos que oferecemos aos nossos clientes. Temos expertise e realizamos essa tarefa com eficiência”, afirma.

A JPontara inclui em seus serviços de consultoria, treinamento de profissionais, assessoria gastronômica e operacional para restaurantes e demais operadores, além de pesquisa de mercado. Também implementa ou assume o departamento de vendas do contratante, cuidando e gerindo o dia-a-dia da equipe comercial, área na qual as empresas tem maior dificuldade para contratar profissionais.

Para trabalhar como vendedor no food service, o profissional deve ter amplo conhecimento do produto ou serviço oferecido, além de entendimento sobre a dinâmica do setor, que apresenta uma logística própria, através de um abastecimento mais frequente dos pontos de vendas. “Devido a vida corrida desse profissional, fica difícil treiná-lo. O que temos percebido é o crescimento de vendedores híbridos, com formação técnica e que acabam entrando na área comercial, fato que tem feito com que boa parte dos vendedores técnicos acabem sendo nutricionistas”, ressalta Mauricio Cardoso, sócio-proprietário, da Jpontara.

No mercado de alimentação fora do lar existe diferença entre os profissionais que executam a parte técnica, os tidos  operadores dos pontos comerciais, tais como barmans, chef de cozinha, garçons, entre outros, que normalmente adquirem prática no mercado e depois seguem em busca da capacitação – rara algumas excessões, e a categoria composta pelos profissionais das indústrias e distribuidores que atendem as casas de alimentação, e necessitam de treinamentos específicos. “A forma que utilizamos para minimizar está carência no mercado é buscar por pessoas que atendam o perfil da companhia, junto com treinamento sobre o produto e atendimento” , ressalta Cardoso. 
 

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Daniela Guiraldelli / Adriana Monteiro
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