Com a paralisação, a Harus não terá como atender os contratos para entrega de álcool em gel e outros itens de prevenção ao coronavírus
“Trata-se de um ato arbitrário e incompreensível por parte das autoridades, incluindo a recente decisão do Supremo Tribunal Federal. Estamos recebendo pedidos de Franca e outras regiões do país, mas se fecharmos as portas o fornecimento de itens essenciais para prevenção da Covid-19 ficará completamente comprometido”, afirma Luiz Roberto Magrin Filho, diretor da empresa.
Em nota enviada ao Prefeito Alexandre Ferreira, o empresário manifestou toda a sua indignação, ressaltando que “mais importante do que manter 100 funcionários em casa é ter a empresa funcionando para ajudar a salvar centenas de milhares de vidas com a entrega regular de itens sabidamente necessários para o cumprimento dos protocolos sanitários”.
“Vivemos um radicalismo nacional, com gestores absolutamente despreparados para agir em situações como a que estamos vivendo. Não sabem para onde correr e tomam decisões equivocadas”, desabafa o empresário.