FBHA acredita que estudo do IBGE vai estimular desenvolvimento hoteleiro no país

FBHA acredita que estudo do IBGE vai estimular desenvolvimento hoteleiro no país



Entidade também garante que não vão faltar leitos para a Copa do Mundo


A Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) reconheceu a importância da Pesquisa de Serviços de Hospedagem (PSH 2011), divulgada ontem pelo IBGE e feita em parceria com o Ministério do Turismo, como um estudo que pode estimular o crescimento e a modernização da hotelaria no Brasil. De acordo com o presidente da FBHA, Alexandre Sampaio, mais do que trazer um panorama amplo dos meios de hospedagem nas capitais brasileiras, “a pesquisa deve ser utilizada para motivar programas de desoneração e de financiamento e linhas de crédito para baratear os custos hoteleiros, o que, consequentemente, fomentará o desenvolvimento da infraestrutura de acomodação no país”.


Sobre a quantidade muito maior de hotéis econômicos (37,6%), de categoria simples (23,2%) e turístico/médio conforto (24,7%) em relação ao número de hotéis de luxo (3,5%) e de categoria superior (11%), a FBHA argumenta que a oferta se faz a partir da demanda, que ainda é muito guiada pelo mercado nacional e, ultimamente, vem sentindo as perdas de participação de estrangeiros em função da crise européia e americana. “Acreditamos que, a partir da consolidação do mercado interno, da segmentação cada vez maior das faixas de consumo e da melhoria nas políticas de financiamento teremos um crescimento, em médio prazo, no segmento de hotelaria de luxo nas principais capitais”, comenta o presidente.


Em relação ao possível déficit de leitos nas cidades-sede para a Copa do Mundo, a entidade destaca que apenas Cuiabá e Manaus estão em alerta, mas já estão sendo estudadas alternativas, como hospedagem em cidades vizinhas e acomodações flutuantes, respectivamente. Considerando as perspectivas de crescimento até 2014 e a exigência sugerida pela FIFA, de que cada cidade deve oferecer 35% da capacidade total do estádio em número de leitos, as demais capitais serão capazes de receber com conforto à demanda. “No caso do Brasil, um país de proporções continentais, temos uma situação diferente dos países que receberam as últimas copas. Aqui a circulação de turistas vai ser mais rotativa e dinâmica, causando impacto também na hotelaria”, acrescenta Sampaio.


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