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No levantamento feito pelo Guia de Motéis é possível saber o preço médio das suítes nas principais capitais, apontando as regiões que possuem os valores mais altos e os mais acessíveis
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Para muitos, 2016 foi daqueles anos para se esquecer. Entre os moteleiros, por exemplo, é consenso que o aumento de custos nos variados serviços do dia a dia fez com que os clientes destinassem seu dinheiro àquilo que consideravam prioridade. Em contrapartida, a motelaria se viu obrigada a congelar – e muitas vezes diminuir – os preços em suas tabelas para sustentar o movimento.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) encerrou 2016 em baixa: 6,28%. O mesmo aconteceu com o Índice Geral de Preços do Mercado (IGPM), que fechou em 7,19%. Em 2015, esses indicadores encerraram em 10,67% e 10,54%, respectivamente.
Pensando em fornecer informações estratégicas para o mercado, o Guia de Motéisapresenta o Índice Nacional de Preços da Motelaria 2016 (INPM), que desde 2014 ajuda o setor a crescer e a ajustar seus preços conforme a economia atual, além de apresentar um parâmetro ao próprio consumidor sobre qual é a variação de preços em sua região. Na edição 2016, a amostra do INPM contou com 1105 motéis.
Entre as importantes informações reveladas pelo estudo, está o fato de que os motéis estão se posicionando como uma opção mais acessível de entretenimento a dois, considerando que na motelaria o reajuste do último ano foi de apenas 4,57% (contra 5,51% em 2015), se comparado com a inflação, que encerrou 2016 em 6,29%. Os dados são feitos com base nos dados de duas pesquisas: o IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo e o IGPM – Índice Geral de Preços do Mercado.
O índice também apresenta uma média da suíte mais barata, uma média da suíte mais cara e a variação dos preços durante o ano de acordo com as regiões das principais capitais do país. Com esses dados, o moteleiro pode avaliar sua concorrência, aumentando ou diminuindo o preço de sua tabela. Com isso, os motéis conquistam novos horizontes, atraindo antigos e novos clientes, além de fidelizarem os frequentadores mais assíduos, já que atualmente, muitos deles oferecem estrutura de SPA privativo com menu refinado e carta de bebidas de alta qualidade, além de outros serviços agregados.
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Em São Paulo, por exemplo, cada região possui uma média de preço diferenciado: na zona sul da cidade, a suíte mais barata custava R$ 57,84; já a mais cara, ficava em torno de R$ 174,58, e sua variação de preço ficava em 4,28%. Já na zona oeste, a mais barata era R$ 67,48, a mais cara R$ 218,74 e sua variação de preço fechava em 4,71%.
No ranking que mostra os estados que mais variaram seus preços ao decorrer do ano, Florianópolis fica em primeiro lugar com 6,53%, seguido de Porto Alegre e Vitória, com 6,23% e 5,82% respectivamente. Rio de Janeiro e São Paulo assumiram o 8º e o 9º lugar.
Sobre o Guia de Motéis
Há 18 anos o Guia de Motéis é a principal vitrine do segmento, que promove e divulga motéis em todo território nacional. São cerca de 3500 motéis cadastrados, com informações atualizadas diariamente e acessadas por cerca de 1.000.000 de pessoas todos os meses. No portal, também disponível em aplicativos para Ios e Android – o usuário pode conhecer assuítes através de fotos ou vídeos das suítes, ter acesso a mapas interativos, e conquistar cupons de descontos.
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Divulgação: Notícia Expressa