Produtores da região portuguesa do Tejo (Ribatejo) vieram ao Brasil apresentar seus vinhos mais emblemáticos

por migracao

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Produtores da região portuguesa do Tejo (Ribatejo) vieram ao Brasil apresentar seus vinhos mais emblemáticos


Mais de 200 mil garrafas de vinhos do Tejo chegam ao Brasil anualmente
* Objetivo da Comissão Vitivinícola Regional do Tejo é duplicar o volume de exportações


Com mais de 200 mil garrafas de vinhos exportadas ao Brasil anualmente, produtores da região portuguesa do Tejo, antes conhecida como Ribatejo, desembarcaram no Rio de Janeiro para apresentar seus rótulos em um evento exclusivo realizado pela Comissão Vitivinícola Regional do Tejo no dia 19 de novembro.


Produtores e representantes de nove vinícolas conduziram a degustação no Pestana Rio Atlântica Hotel. São elas: Casal da Coelheira, Fiuza & Bright, Pinhal da Torre, Vale d’Algares, S.A. João Barbosa, Quinta de Vale de Fornos, Casal Branco, Casa Cadaval e Quinta do Casal Monteiro.


A visita dos produtores do Tejo comprova o aumento do consumo de seus vinhos em nosso mercado, impulsionado pela mudança de imagem que veio reforçar e uniformizar a identidade da marca com a alteração da Indicação Geográfica dos vinhos da região, em 2009, de Ribatejo para DOC Do Tejo. A transformação foi complementada com a alteração da denominação de origem dos vinhos, consolidada em março deste ano, que passou de DOC Ribatejo para Tejo. O nome, inclusive, está associado ao Rio Tejo, que com seus 1.009 quilômetros de extensão é um símbolo da região.


As expectativas da CVR Tejo são positivas em relação ao Brasil: o objetivo a médio prazo é duplicar o volume de exportações. “Fora do perímetro da União Europeia, nosso maior consumidor, países como Brasil, Angola, China, Canadá, Suíça e Estados Unidos surgem como os principais importadores, já tendo adquirido cerca de 562 mil litros de vinho da região”, explica José Gaspar, Presidente da CVR Tejo.


No Tejo são cultivados, atualmente, cerca de 20 mil hectares de vinhas. As castas brancas como as tradicionais Fernão Pires e Arinto representam 60% da produção e as castas tintas, como Castelão e Trincadeira, 40%. A produção total anual atinge 600 mil hls. e são certificados em torno de 85 mil hls, dos quais 80% são vinhos regionais e 20% são de Denominação de Origem Controlada.


A região do Tejo


A região produtora dos vinhos do Tejo é, em termos de terroir, composta por condições distintas, podendo ser dividia em três zonas. O Campo, situado às margens do Tejo com solos de aluvião e quase planos, é propício essencialmente a produções mais elevadas e a vinhos mais suaves; o Bairro, situado na margem direita do rio, com solos argilo-calcários ondulados por colinas suaves, é propício à produção de vinhos mais encorpados; e a Charneca, situada na margem esquerda do Tejo, com terrenos de textura mais franca e arenosa, originando, assim, vinhos de teor alcoólico mais elevado, mas suaves.


A Comissão Vitivinícola Regional do Tejo


Com o objetivo de valorizar o patrimônio vitivinícola da região, foi criada, em setembro de 1997, a Comissão Vitivinícola Regional do Ribatejo, com atividades que consistiam na promoção e divulgação da marca Ribatejo, além de garantir a certificação de qualidade dos vinhos do local.


A Denominação de Origem Controlada Ribatejo estava, assim, em condições de ser criada. Desta forma, os Vinhos de Qualidade Produzidos nas Regiões Determinadas de Almeirim, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Santarém e Tomar passaram a ter acesso à DOC Ribatejo em seus rótulos. Em 2006, com a definição de requisitos de ordem técnica e organizacional para as entidades certificadoras, a CVRR se alinhou aos novos requisitos legais e constituiu uma nova entidade. Em 2008 ela foi extinta e deu lugar à Comissão Vitivinícola Regional do Tejo, que, na prática não difere da CVRR, mas representa a sua evolução.


Divulgação: CH2A Comunicação Tel.: (0xx11) 3253-7052 / 9239-0569
Alessandra Casolato – alessandra.casolato@ch2a.com.br

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