
Multiplicar a hospitalidade é um dos princípios da Slaviero Hotéis, rede hoteleira paranaense que há mais de 35 anos vem fazendo isso nas 5 regiões do Brasil. E como nem só de hóspedes vive um hotel, 4 colaboradores estrangeiros da rede contam suas histórias e como a acolhida da Slaviero Hotéis faz a diferença em suas vidas no Brasil. E de quebra, ainda dão dicas de bebidas e quitutes típicos de seus países.
Luis Bonachea Niehues (Cuba) – Da Casa Branca para a Slaviero
Maître no Slaviero Ingleses Convention, Luis saiu de Cuba com a família aos 9 anos. Viveu em Miami antes de seguir para a Alemanha, onde iniciou sua carreira na hotelaria aos 18 anos. Atuou em vários segmentos dentro do turismo também em Washington (na Susan Gage Caterers, empresa que faz o catering da Casa Branca) e Nova York. Foi em 2013 que se mudou com o marido para o Brasil, direto para Florianópolis, SC. E é por lá, no restaurante do hotel, que ele, aos 52 anos, prepara seus Mojitos, Piñas Coladas e Daiquiiris, bebidas típicas, que apesar de já famosas e consagradas entre os brasileiros, seguem fazendo um sucesso especial ao serem preparadas por Luis e a sua própria maneira de multiplicar hospitalidade.
Marie Chantalle Compere Pierre (Haiti) – “Sem Palavras”
Trinta e nove anos, seis filhos e pouquíssimas palavras. A Auxiliar de Cozinha Marie chegou no Brasil em 2014, com o marido e dois filhos. Amigos do seu país natal a receberam na cidade de Balneário Camboriú, e é na cozinha do Brut By Slaviero Hotéis e com ajuda do plano de carreira que a rede hoteleira oferece que ela faz planos para trazer seus outros filhos para cá (um deles chega ainda esse ano). Mesmo com 5 anos de Brasil, suas habilidades com a língua portuguesa ainda são poucas, e foi isso que lhe rendeu – bem como a outro colega do mesmo país que também trabalha no hotel – o apelido de “Sem Palavras”. Aliás, se as palavras não são o seu forte, ela tem certeza que sua Bouillon, sopa Haitiana feita com carne, banana da terra, agrião, cenoura, batata e inhame é uma das melhores formas que ela conhece de acolher alguém.
Carolina Gomes Pereira (Uruguai) – A realização do sonho
Hoje à frente da recepção do Brut by Slaviero Hotéis, a Uruguaia de 41 anos sempre quis morar no Brasil. Sua mãe é brasileira, e aos 38 anos deixou o Uruguai rumo à Nova Zelândia. Há apenas 2 anos aqui, escolheu a dedo uma cidade para viver com sua mulher, onde tivesse praias, paisagens paradisíacas e tudo que ela sempre imaginou ver no Brasil. A saudade de casa ela mata conversando com os inúmeros hóspedes uruguaios que frequentam o litoral catarinense, mas hoje tem certeza que encontrou a hospitalidade que procurava e não pretende mais voltar. Sorte de quem puder experimentar suas empanadas de doce de leite, que só de serem mencionadas, fizeram brotar o seu sorriso.
Arturo Rottmann (Peru) – Mais para Caipirinha do que Pisco Sour
Cerca de 30 anos de Brasil poderiam ter transformado o Gerente de Operações Regional Arturo Rottmann, baseado em Curitiba, em um brasileiro. Mas para ele, se sentir estrangeiro está longe de ser a mesma coisa que se sentir de fora. E é isso que ele acredita ter como contribuição para sua carreira na hotelaria. Ter absorvido diversas culturas e comportamentos pelo mundo o ajuda a atender um desejo das pessoas que viajam, que sempre tentam encontrar algum sentimento de seus lares nas experiências que têm nos hotéis onde se hospedam. E tendo mais tempo de Brasil do que já teve de Peru, ainda lembra com clareza como preparar o Pisco Sour (com pisco peruano, por favor!). Agora resta saber se ele se arrisca na caipirinha!
Sobre a Slaviero Hotéis
Com mais de 35 anos de história, a Slaviero Hotéis virou referência em hospitalidade apresentando alta qualidade de serviços e comprometimento com o bem-estar de seus hóspedes, sejam eles viajantes de lazer ou de negócios. Após sua expansão na cidade de Curitiba, onde foi inaugurado o primeiro hotel da rede em 1981, a Slaviero Hotéis ampliou sua presença no país e hoje está presente nas 5 regiões brasileiras.